Faz as mãos à eternidade. `
Puxa a força maligna do dever
Contra as parede armadas do teu querer
Entrega-te, amável, à saudade
De braços abertos ao poder.
Ide espezinhar a merda dos gatos
Amar violento, foder à macho...
Urra, imortal fogo do facho!
Ossos em vossos guarda fatos!
Incendiai agora os caricatos!
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